Formatos aceitos: Wenner (1), dipolo-dipolo (3), polo-dipolo (6, com a ou n negativo para o reverso), Wenner-Schlumberger (7) e arranjo geral (11), em resistividade aparente ou resistência, com a lista de topografia após os dados. Dados de IP são ignorados.
Edite a cota de cada eletrodo ou cole do Excel: uma coluna (cotas a partir da linha selecionada), duas colunas (x e cota, interpoladas nos eletrodos) ou três (N, x e cota). Cotas em branco são interpoladas.
| N | X (m) | Cota (m) |
|---|
Clique num ponto para selecionar, arraste para selecionar uma área, Shift para somar à seleção. Delete exclui, Ctrl+Z desfaz. Com um ponto selecionado, dá para corrigir o valor medido.
Entre parênteses, o nome usado no RES2DINV, para facilitar a comparação.
Resolvida por mínimos quadrados reponderados (iteratively reweighted least-squares, IRLS), com pesos dos dados normalizados para média 1:
Rm é normalizada para manter a mesma escala de penalização da L2.
λ0 é o amortecimento inicial (initial damping factor) e λmín, o mínimo (minimum damping factor); a raiz dos traços põe λ na mesma escala da sensibilidade.
Fica o α que mais reduz o erro. Cada componente de Δm é limitado a ±3 (um fator de cerca de 20 na resistividade por iteração).
Como ri é a diferença dos logaritmos, os dois erros equivalem ao desvio percentual entre o medido e o calculado. A suavização acompanha o RMS; as opções L1 acompanham o erro absoluto.
Referências: deGroot-Hitchon & Constable (1990), Geophysics 55; Loke & Barker (1996), Geophysical Prospecting 44; Loke, Acworth & Dahlin (2003), Exploration Geophysics 34.
Para começar: deixe os valores padrão, inverta, veja o erro e o modelo, e mude um parâmetro de cada vez.
Salve os parâmetros da inversão, a escala de cores, a exibição e as classes do perfil interpretativo com um nome, para reaplicar em outras linhas ou passar para outro computador em arquivo.
As configurações ficam guardadas neste navegador. Para usar em outro computador, exporte o arquivo (.g2dconfig.json) e importe lá. Ao aplicar, só os grupos marcados mudam.
Modelagem direta 2,5D por elementos finitos (finite-element method); inversão Gauss-Newton em log(ρ) com restrição de suavidade (smoothness-constrained least-squares), recalculando o Jacobiano a cada iteração (full Gauss-Newton).
Procura zonas contínuas de condutividade acima do fundo (chorume, efluentes, água salobra) e sugere poços: no centro da zona, na borda a jusante e um branco fora dela, com o filtro pelo nível d'água.
Em rocha cristalina, procura zonas condutivas verticais que cortam a rocha resistiva (fraturas com água), dando mais peso às que coincidem com falhas e fraturas desenhadas ou trazidas do SGB. Em aquífero poroso, procura a camada saturada mais espessa que não seja argila nem material seco.
Desenhe falhas, fraturas, zonas de cisalhamento, diques, contatos inferidos, o nível d'água, sondagens e textos sobre o perfil. Clique nos pontos e termine com duplo clique, Enter ou "Concluir". As anotações entram na legenda, nas pranchas e no relatório. "Buscar estruturas no SGB" consulta o mapa de estruturas do Serviço Geológico do Brasil em volta da linha; "Buscar poços e sondagens" traz os poços do SIAGAS (profundidade, nível estático e dinâmico, vazão, condutividade da água) e os furos de sondagem do SGB. As duas buscas precisam das coordenadas da linha na etapa 4.
| Cor | Litologia | Hachura | De | Até | Área |
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Cada classe vale de "De" até "Até" (deixe "De" vazio para "abaixo de" e "Até" vazio para "acima de"). Escolha a litologia na lista para usar a cor e a hachura padrão, ou digite outro nome. As classes valem para todas as linhas do cliente e entram nas pranchas e no relatório. Para mudar só uma camada do perfil (por exemplo, um corpo que é carvão e não rocha sã), clique nela no perfil e escolha a litologia.
Precisa de pelo menos 2 linhas invertidas e salvas, com as coordenadas de início (primeiro eletrodo) e fim (último eletrodo).
Curvas de nível ou pontos cotados em DXF (polilinhas com elevação, pontos 3D) ou shapefile (.shp com o .dbf, ou tudo num .zip), no mesmo sistema de coordenadas das linhas. Arquivo DWG: salve como DXF no AutoCAD ou converta no ODA File Converter ou no QGIS.
"Aplicar cotas na linha aberta" preenche a cota de cada eletrodo pela topografia (tabela Eletrodos); depois inverta a linha de novo.
Gere o modelo 3D para ver as linhas interpoladas.
A superfície azul é a carga hidráulica interpolada dos poços com nível d'água (aba Poços): com 3 ou mais poços, um plano ajustado mais a interpolação dos resíduos, passando exatamente por cada poço. Sem poços, use uma cota única.
Coordenadas no mesmo sistema das linhas (etapa 4). Cota da boca em branco = cota do terreno no modelo. NA = profundidade do nível d'água a partir da boca. Clique num poço no 3D para ver os dados.
| Poço | E (m) | N (m) | Cota da boca (m) | Profundidade (m) | NA (m) | Carga (m) |
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Setas no sentido em que a carga diminui. Cor pelo fluxo de Darcy q = K × i (azul menor, vermelho maior) quando K está definido; senão, pelo gradiente.
Propriedades de cada camada do perfil interpretativo. O app não converte resistividade em condutividade hidráulica: informe K e ne a partir de ensaios ou de uma correlação que você validou. Faixas típicas de K (Freeze & Cherry, 1979): argila 10⁻¹²–10⁻⁹ m/s; silte 10⁻⁹–10⁻⁵; areia 10⁻⁶–10⁻²; cascalho 10⁻³–1; rocha cristalina fraturada 10⁻⁸–10⁻⁴; rocha cristalina sã 10⁻¹³–10⁻¹⁰.
| Litologia | Resistividade (Ω·m) | K (m/s) | Porosidade efetiva | Unidade | Transparência no 3D |
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A cor de cada camada é a da tabela de classes do perfil interpretativo.
Quando um contaminante chega ao lençol (vazamento de tanque de combustível, chorume, efluente), ele é levado pela água subterrânea no sentido do fluxo. A pluma é a região do aquífero onde a concentração ainda está acima de zero: forte perto da fonte e mais fraca à medida que se afasta, porque o contaminante se espalha (dispersão), é retido pelo solo (retardo) e pode se degradar.
O alcance depende principalmente de três coisas: a velocidade da água (v = K × i / ne, calculada na aba Fluxo), o tempo desde que o vazamento começou e o retardo do contaminante no solo. O limite de referência é a concentração a partir da qual a água é considerada contaminada para o uso pretendido (por exemplo, os valores de intervenção da Resolução CONAMA 420/2009 ou o padrão de potabilidade do Ministério da Saúde); a pluma "atinge" até onde a concentração passa desse limite.
A estimativa analítica de Domenico (1987) é a mesma usada em planilhas de triagem como o BIOSCREEN e o RBCA. Ela supõe aquífero homogêneo e fluxo uniforme. É uma estimativa de triagem: serve para planejar onde colocar poços de monitoramento, não substitui o monitoramento nem uma modelagem numérica.
Arraste para girar e use a roda do mouse para aproximar. Esconda camadas para ver as que estão por baixo (por exemplo, o topo da rocha).
| Litologia | Volume (m³) | % | Espessura média (m) |
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Volumes dentro da área do modelo (contorno das linhas), até a profundidade alcançada pelas seções. A espessura média é o volume dividido pela área em planta.
Usa o modelo interpolado entre as linhas para sugerir poços de monitoramento em volta de uma pluma condutiva ou a locação de poço tubular para água, com coordenadas.
| Seção | E início | N início | E fim | N fim | Extensão | No relatório |
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Clique em "Desenhar seção no mapa" e depois em dois pontos do mapa (início e fim), ou crie pela tabela digitando as coordenadas. As seções cortam o modelo 3D na vertical e entram no relatório.
| Linha | Dados | Iter. | Erro | Situação |
|---|
Ao abrir no Word, aceite "atualizar campos" para refazer o sumário com as páginas novas.
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